domingo, 10 de fevereiro de 2008

Infravermelho: mais do que os olhos podem ver!

O que é que afinal podemos ver? O que é que queremos ver? Os nossos olhos são detectores adaptados para uma estreita faixa do espectro electromagnético a que chamanos pleonasticamente (ou não?) de luz visível.

Mas que surpresas estariam reservadas se observássemos o mundo à nossa volta em outros comprimentos de onda? Poderíamos experimentar o infravermelho. Faz parte da ciência a vontade de ver para além dos olhos. Participa nessa tarefa o telescópio espacial Spitzer da NASA. Este telescópio foi o quarto e último dos Grandes Observatórios Espaciais da NASA/ESA, cada um observando o Universo numa região diferente do espectro electromagnético: luz visível (Hubble), raios gama (Compton), raios-X (Chandra) e infravermelho (Spitzer).

Este é um vídeo (ver aqui) realizado antes do lançamento do telescópio Spitzer em Agosto de 2003 em que a Dr.ª Michelle Thaller nos explica o que é a luz infravermelha e como é que esse tipo de luz nos pode abrir novos horizontes na exploração do universo.

Uma cobra a comer um rato,
imagem criada por Arno / Coen, Licença GNU de documentação livre


Legendas adicionadas a vídeo do canal SpitzerJim do YouTube, recorrendo ao serviço overstream:



No canal do YouTube referido pode visualizar outros vídeos educativos no domínio da astronomia (os mesmos vídeos podem ser encontrados no sítio da Equipa Cool Cosmos - um grupo que faz parte do programa educativo do Spitzer -).

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2 comentários:

Anónimo disse...

Os vídeos relacionados com o overstream não funcionam.

É o caso deste sobre o IV e de todos os que experimentei. :-(

Carlos Portela disse...

Infelizmente o serviço overstream deixou de funcionar.

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