sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Como se forma um tsunami

A companhia HowStuffWorks (inglês) (Como é que as coisas funcionam? - português do Brasil -?) foi criada em 1998 pelo professor Marshall Brain. No sítio web desta companhia pode encontrar-se um conjunto diverso de vídeos de ciência (inglês) que nos ajudam a perceber, de um modo simples, muitos aspectos do mundo à nossa volta (vídeos de ciências físicas). Estes vídeos foram realizados por diversas companhias: HowStuffWorks, Discovery Channel, National Science Foundation, Georgia Tech, Reuters, Duke University News and Communications, MIT, PodTech Networks, Intel Corporation, NASA, WGBH Nova, Hitachi, labrats.tv, University of Chicago, ScienCentral, General Electric, MediaLink, MultiVu, University of Bath, etc.

Um tsunami é uma onda ou uma série delas que ocorrem após perturbações bruscas no fundo do oceano que deslocam verticalmente uma coluna de água, como, por exemplo, um sismo, actividade vulcânica ou impacto de um meteorito. A energia de um tsunami depende das suas amplitude e velocidade. À medida que a onda se aproxima de terra, a altura da onda aumenta enquanto a sua velocidade diminui (ver aqui applet sobre esta relação de W. Bauer). Os milhares de portugueses que sobreviveram ao grande terramoto de Lisboa de 1755 foram mortos por um tsunami que se seguiu poucos minutos depois.

Animação do tsunami de 2004 no Oceano Índico

Criado por NOOA, Domínio Público

Os tsunamis são ondas de elevado período e comprimento de onda: períodos da ordem de uma hora e comprimentos de onda da ordem de 100 quilómetros. O comportamento do tsunami é semelhante ao de uma onda em águas pouco profundas porque o quociente entre a profundidade e o comprimento de onda tende a tornar-se muito pequeno. O tsunami propaga-se sem grandes perdas de energia, visto que estas perdas são normalmente inversamente proporcionais ao comprimento de onda. Como a energia depende simultaneamente da velocidade e da amplitude o que sucede é que ao aproximar-se da costa a amplitude tende a aumentar, podendo atingir uma altura de 30 metros acima do nível médio das águas do mar, já que a velocidade diminui.

João Cardoso, aluno da Escola Secundária c/ 3º CEB Dr. Joaquim de Carvalho, legendou vídeo do canal videosfq do YouTube, recorrendo ao serviço overstream:



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